Representante da CEOsoftware no RJ, fala sobre ERP a revista BGA.
Toda a informação de uma empresa na ponta dos dedos.
Por Walkiria Melo
As empresas que querem agilidade e praticidade em seus negócios podem contar com diferentes sistemas de integração de ERP. Essas ferramentas garantem que todas as informações de uma organização estejam disponÃveis em um canal sincronizado, garantindo uma maior confiabilidade dos dados, monitoramento em tempo real, diminuição de trabalho e agilidade nas decisões.
 Mas o que é ERP? Como pode ser usado?
 O Enterprise Resource Planning (ERP) ou Sistemas Integrados de Gestão Empresarial (SIGE) são sistemas de informação que integram, em um só, todos os dados e processos de uma empresa: na área funcional (finanças, contabilidade, recursos humanos, fabricação, marketing, vendas, compras, etc.) ou sistêmica (sistema de processamento de transações, de informações, de apoio a decisões, etc.) e pode ser usado par qualquer organização.
Para entender melhor, se uma empresa, por exemplo, produtora de uma espécie de pasta de dente especial, verifica que existem algumas falhas na formula do produto, ela realizará mudanças no mesmo ou deixará de produzi-lo. Através do ERP, todas essas informações seriam vistas por todos os setores da empresa, agilizando as decisões a serem tomadas: aquisição de novos ingredientes, mudança ou substituição da fórmula, embalagem, marketing do produto, propaganda, tudo em tempo reduzido. Ou seja, é uma ferramenta que viabiliza a todos as componentes de uma organização o que se passa em diferentes setores, agilizando e facilitando as decisões a serem tomadas.
Segundo alguns especialistas, as mudanças mais visÃveis na utilização do ERP são: confiabilidade maior nos dados, monitoramento em tempo real e diminuição do trabalho. Mas, tudo isso, é resultado do comprometimento dos funcionários de cada setor, responsáveis pela atualização sistemática dos dados que vão compor a cadeia de módulos ERP. “Para entendermos 0 que é o ERP, primeiro temos que saber que ele não faz nada sozinho, ou seja. ele depende da qualidade da informação que os usuários fornecem. Assim que o ERP tiver todos os dados é que poderá auxiliar no planejamento e administração da Empresa. O ERP serve para integrar todos os departamentos e funções de uma empresa. atendendo a todas as necessidades administrativas da mesma”, afirma o sócio gerente da empresa de Tecnologia da Informação, CEOSoftware, Alexandre Augusto.
O ERP é resultado de todo um avanço na tecnologia da informação. Do final da década de 50 – onde se deu inicio aos conceitos modernos de controle tecnológico e gestão corporativa – muita coisa mudou. No lugar dos gigantescos mainframes (computadores de grande porte, caros e que não eram para todos), utilizados na época para rodar os primeiros sistemas de estoques, surgiram, ao decorrer dos tempos, outros aparatos tecnológicos. Nos anos 80 iniciaram-se as primeiras redes de computadores – mais baratos e fáceis de usar que os mainframes ligadas a servidores. Houve uma revolução no gerenciamento de produção e logÃstica.
Sistemas de dados foram sendo desenvolvidos ate chegar ao ERP, que ganhou força na década de 90, com a evolução das redes de comunicação entre computadores e com o conhecimento maior de c1iente/servidor. De lá para cá, cada vez mais, a atividade empresarial adquiriu novos conceitos gerenciais, através do desenvolvimento da tecnologia, absorvendo sempre uma nova dinâmica.
Empresas de Tecnologia da Informação oferecem módulos de ERP que facilitam a vida do empresariado. A CEOSoftware, por exemplo, dispõe o ERP CEOSOFTWARE direcionado para as principais rotinas: logÃstica de Distribuição. Conhecimento de Transporte eletrônico, Gestão de Compras. Gestão Financeira, Controle de Manutenção e VeÃculo. Gestão Contábil e Livros Fiscais. “A CEOSOFTWARE oferece integração entre todos os canais de um pequeno, médio ou grande centro distribuidor, levando tecnologia de informação e comunicação para potencializar a gestão do negocio.
O ERP CEOSOFTWARE está indo ao encontro da redução de custos das empresas através da limitação das operações de movimentação e redução dos nÃveis de estoque”, garante Alexandre Augusto.
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