Teste de Software
Por Hellen Bittencourt
Por que testamos software? A resposta para a pergunta é: porque não existe software perfeito.
Mesmo os bons softwares têm muitos defeitos, no entanto, os melhores têm poucos defeitos críticos não corrigidos, promovendo assim um ambiente mais estável do ponto de vista dos clientes.
Atualmente existem muitas maneiras de se testar um software, mas o objetivo principal das técnicas continua a ser o mesmo: encontrar falhas.
O teste é uma das atividades mais importantes do processo de desenvolvimento de software, pois com esse processo pode-se evitar problemas futuros como insatisfação dos clientes, gastos desnecessários com horas extras e ferramentas, entre vários outros.
Um ponto bastante importante para a viabilização do teste de software é a utilização de uma infra estrutura adequada, pois o processo envolve questões de planejamento, gerenciamento e análise de resultados.
Após ter sua estratégia definida, é possível buscar por ferramentas que se encaixem na mesma. Isso pode reduzir significantemente o esforço da tarefa. O apoio de ferramentas para as atividades do processo de testes é um importante mecanismo para redução de esforço associado à tarefa em questão, seja ela planejamento, projeto ou execução dos testes.
Para efetuar os testes de software, inicialmente precisamos conhecer a diferença entre defeitos, erros e falhas.
• Defeito é um ato inconsistente cometido por um indivíduo ao tentar entender uma determinada informação, resolver um problema ou utilizar um método ou uma ferramenta. Por exemplo, uma instrução ou comando incorreto.
• Erro é uma manifestação concreta de um defeito no software. Diferença entre o valor obtido e o valor esperado, ou seja, qualquer estado intermediário incorreto ou resultado inesperado na execução de um programa constitui um erro.
• Falha é o comportamento operacional do software diferente do esperado pelo usuário. Uma falha pode ter sido causada por diversos erros e alguns erros podem nunca causar uma falha.
Enviado em CEOsoftware, Informática | 1 Comment »