fevereiro 12th, 2010 por Felipe Franco
Artigo de Willimar Augusto Rocha – Analista de Sistemas
1. INTRODUÇÃO
Durante o desenvolvimento de um sistema, nos deparamos em alguns momentos com a necessidade de armazenar na memória do computador cadeias de valores para o processamento dos dados.
Um exemplo dessa necessidade seria: O calculo de tributação de notas fiscais, onde precisamos freqüentemente acessar no banco de dados os valores de tributação para calculo de ICMS de determinado estado (UF Unidade Federativa). Para executar essa operação poderíamos armazenar o valor da tributação de todos os estados na memória do computador evitando acesso excessivo ao banco de dados diminuindo o trafego da rede. Claro que para fazer este armazenamento não precisamos criar uma variável para cada UF e sim somente criar uma array.
2. O QUE É UM ARRAY
Uma array ou matriz nada mais é do que uma lista de elementos (valores) que são armazenados na memória do computador (uso
run time). Por serem armazenados na memória do computador possuem um bom desempenho no seu uso.
Segundo o Wikipedia, uma matriz é uma tabela de m x n símbolos sobre um corpo F, representada sob a forma de um quadro com m linhas e n colunas e utilizado, entre outras coisas, para a resolução de sistemas de equações lineares e transformações lineares.

Para fazer o acesso de um elemento de um array usa-se uma notação bem similar ao da matemática, onde é escrito o nome da matriz seguido do índice numérico ao qual valor pertence.
Ex.: Nome da Array (Índice Numérico)
Obs.: vale lembrar que em VB.Net uma array é indexada sempre a partir de zero
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fevereiro 11th, 2010 por Soraia J. Santos Cury
A CEOsoftware passa a integrar a Central de Negócios da ABAD – Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores.
A expectativa é oferecer produtos de qualidade e tecnologia, desenvolvidos especificamente para o segmento associados aos 15 anos de experiência da CEOsoftware.
Confira a participação em http://www.centraldenegociosabad.com.br/ceo/ceo2.shtml
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fevereiro 8th, 2010 por Soraia J. Santos Cury
Artigo de Amanda Lopes de Almeida – Analista de Qualidade
O teste de software pode ser definido como o processo de apuração, a fim de avaliar sua funcionalidade em relação ao contratado com o cliente. Isso inclui o processo de utilizar o produto intensa e sistematicamente procurando possíveis falhas.
O desenvolvimento de software envolve uma série de atividades na sua construção, nas quais, mesmo com os controles e verificações usuais, a possibilidade de ocorrerem falhas humanas é considerável. Estas falhas são geradas ao longo do processo de desenvolvimento, elas se caracterizam por um estado inesperado de uma determinada funcionalidade da rotina. Por isto os testes são indispensáveis, pois identificam as falhas antes do cliente. E devido a esta importância, é fundamental que haja procedimentos específicos e rigorosos para que a pressão pelo cumprimento dos prazos de entrega do produto não interfira nesta etapa tão importante da produção.
Os testes juntamente com a documentação do sistema reduzem os riscos de ocorrência de problemas no ambiente do cliente e contribui para qualidade já que as falhas encontradas são sistematicamente corrigidas antes da atualização.
A CEOsoftware se preocupa constantemente em apurar a qualidade do que é produzido e por isto, o processo de teste tem uma estrutura de duas etapas: testes utilizando scripts e teste baseado na regra de negócio do cliente.
O script de teste caracteriza-se pela definição de um roteiro de situações previamente planejadas a serem executadas de modo geral.
A regra de negócio caracteriza-se pela execução e conferência dos testes baseadas na forma de trabalho especifica de cada cliente, visando garantir que o comportamento do software permaneça em conformidade, levando em consideração a expectativa do cliente em relação à prazo e qualidade esperada.
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fevereiro 1st, 2010 por Soraia J. Santos Cury
Artigo de José Carlos Almeida. Coordenador de Implantação.
Uma implantação bem sucedida é um dos principais fatores reponsáveis pelo sucesso de um software e potencializa a satisfação do cliente já que otimiza o potencial e os recursos da ferramenta adquirida.
Este processo de implantação tem início imediatamente após a venda. Para que seja bem sucedida é necessário que se faça um levantamento detalhado de toda a rotina de trabalho do cliente. Após este levantamento é feito um estudo paralelo, entre as áreas de desenvolvimento e treinamento.
Só então tem início a implantação propriamente dita, cujo objetivo é a transição entre o software antigo, se houver, e o novo. Porém, não podemos esquecer que as modificações causadas pelo avanço tecnológico vão além de uma simples troca de sistema informacional, elas irão impactar também a estrutura e os aspectos sócio-comportamentais daqueles que terão que se adaptar ao novo sistema.
A mudança do software é sempre confrontada com forças intensas que a colocam em questão e que, se não forem devidamente gerenciadas podem restringir a capacidade das organizações reagirem a novas tecnologias.
Em processos de mudança costuma-se ter uma equipe especialmente voltada para a realização da mesma. Esta equipe é composta por analistas que desempenham seu papel, observando e contribuindo para o processo. Eles têm a responsabilidade de desenvolver o planejamento da mudança e fazer com que a mesma aconteça com sucesso e dentro dos prazos estabelecidos, respeitando os aspectos humanos envolvidos.
O processo é dividido em três partes:
Descongelamento: Cujo objeto é motivar e fazer com que os indivíduos fiquem preparados para a mudança.
Mudança: Uma vez que o individuo esteja preparado, fica mais fácil o processo de adaptação aos novos padrões de comportamento.
Recongelamento: quando o processo comportamental recentemente adquirido, passa a ser integrado, como comportamento padrão na personalidade do individuo.
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